Ter medo pode ser uma questão de atitude. Veja a história do cão e da galinha!

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Café Com Ideias: Lendo uma matéria sobre a hereditariedade social, achei interessante quando o autor cita que “o homem reúne todo o conhecimento que lhe chega por meio dos cinco sentidos”. Inclusive o medo é identificado  através dos cinco sentidos, não bastasse toda a nossa comunicação ser através destes canais perceptíveis: Visual, auditivo, cinestésico. Costumamos temer aquilo que não conhecemos, até que nos pareça familiar. A principal ideia é: jamais demonstrarmos medo em um primeiro instante, ou o nosso opositor, se sentirá seguro e confiante o suficiente.Vamos ver trechos em que o autor Napoleon Hill descreve a reação ao medo, pelas formas mais inferiores da vida animal e nos ensina através desta história fantástica e gostosa, que força não necessariamente significa poder:

“Há trinta anos atrás, tive um cão airedale que me causou inúmeros aborrecimentos, pelo hábito que adquiriu de chegar sempre em casa com um pintinho na boca. Cada vez que isso acontecia, o pintinho era retirado da boca do cão, o qual era rigorosamente açoitado, mas sem nenhum resultado, pois continuava a devastar o galinheiro.”

Café Com Ideias: Podemos concluir aqui, que o fato do dono do cachorro repreendê-lo cada vez que chegava com um pintinho na boca, não foi o suficiente para que ele mudasse seu comportamento. Continuava aterrorizando o galinheiro.

“Com o objetivo de manter meu galinheiro e poupar meu cachorro também, fiz uma nova experiência e enviei-o para uma fazenda vizinha. Nesta fazenda haviam galinhas com pintinhos bem novos”.

Café Com Ideias: É interessante observar que o cão foi para um ambiente desconhecido e não poderia prever o comportamento de seus novos “moradores”.

” Uma das galinhas( todas eram robustas) foi posta no celeiro juntamente com o cachorro. Ficando só, este dirigiu-se vagarosamente para a galinha, farejou para ver se era da sua qualidade preferida, e atirou-se a ela. A ave que estava atenta, preparou-lhe uma recepção como ele nunca tivera: bater de asas, bicadas vigorosas, etc.”

Café Com Ideias: Podemos observar que chegando em um ambiente novo, obviamente o cachorro de maneira inteligente, procurou sondar o espaço e certificar-se de que aquela galinha era realmente de seu interesse. Porém, não contava com a sua astúcia, e teve uma recepção nada calorosa.

“O primeiro round foi decididamente ganho pela galinha. Mas uma galinha gorda- pensava o cachorro- não poderia se livrar das suas patas com tanta facilidade. Portanto, se afastou um pouco e atacou novamente: desta vez a galinha saltou sobre as suas costas, arranhando-o e dando-lhe fortes bicadas. O cachorro recuou para seu canto, como se estivesse ouvindo a campainha para dar por terminado mais um round, até que ele se refizesse. Mas a sua adversária não perdeu tempo em deliberações, pois parecia conhecer o “valor da ofensiva”.”

Café Com Ideias: Em terreiro novo, manda quem é veterano. Admirado com o novo cenário, o pobre cachorro precisou rever seus conceitos em relação ao poder e pegar fôlego para continuar lutando.

“Não satisfeita com o recuo do cão, a galinha o perseguia por todos os ângulos, cacarejava zangada, dando a impressão de uma mãe que tivesse sido levada a defender os filhos pequeninos de um ataque de crianças mais crescidas.”

Café Com Ideias: Nunca se sabe quando o inimigo atacará novamente, é preciso ficar na defensiva e vigiá-lo.

“O cachorro era um fraco. Depois de correr de um canto para outro do celeiro, durante cerca de dois minutos, estendeu-se no chão, procurando defender da melhor maneira possível os olhos com as patas, pois a galinha parecia interessada em atingir-lhe principalmente os olhos.”

Café Com Ideias: Chega um momento em que a trégua é estabelecida.

“O dono da galinha entrou no celeiro e salvou-a, ou, falando com mais acerto, salvou o cão, que de maneira alguma parecia desaprová-lo.”

“No dia seguinte, puseram um pintinho no celeiro com o cachorro. Logo que este o viu, pôs a cauda entre as pernas e correu para um canto. Nunca mais tentou apanhar um pinto.”

Café Com Ideias: A grande lição para o cachorro foi entender que por mais que caçar pintos fosse uma coisa divertida, poderia também, trazer-lhe muitos dissabores. 

E a lição que podemos tirar desta história é que temos medo do desconhecido, até que conhecemos sua limitação e passamos a reverter o quadro. Ter poder não é uma questão de força e sim de inteligência. 

“Os Homens deixam de nos interessar quando descobrimos suas limitações. O único pecado é a limitação! Logo que se descobrem as limitações de um homem ele está abandonado.” (Napolen Hill)

Abraços! Claudia Menezes.

Pesquisa: A Lei do Triungo- Napoleon Hill.

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