Como o amadurecimento pode mudar o foco na Carreira.

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Lendo uma matéria da revista Gestão & Negócios, encontrei um artigo interessante: ” Fases da Vida Profissional” por Luz Guilherme Brom. Ele cita no artigo que a vida profissional ao contrário do que se pensa, não é previsível, nem tão pouco retilínea. Por isso a importância de  manter o foco no presente e ficar de olho no futuro, para evitar que um prejudique o outro. ” E o futuro tratado aqui não é o da aposentadoria, mas sim o futuro de cada um no exercício profissional e no mercado de trabalho. Hoje se vive muito, para quem leva a vida em boas condições, e é de se esperar uma atividade profissional até os 70 ou 80 anos de idade.”

Segundo Brom, as escolas insistem em reforçar o mito de que o exercício profissional é imutável ao longo da vida. ” Com o passar do tempo, muitos se surpreendem com o fato de que aquilo que fizeram repetidamente durante anos não mais satisfaz, nem ao mercado de trabalho nem a si próprio. O mercado de trabalho, orientado por exigências econômicas, sempre está em permanente mutação. Já as pessoas com o avanço do amadurecimento, também mudam no que tange às suas vontades, desejos e crenças. Quando se é jovem, algumas condições de trabalho são mais facilmente aceitas do que quando se é mais velho. Não porque o profissional o profissional mais velho seja menos capaz, mas sim porque na maturidade nasce uma tendência de se priorizar a qualidade do que se faz, um desejo de melhor qualidade geral de vida. Incluindo o trabalho. Assim, é relativamente comum encontrar profissionais em torno dos 50 anos de idade que querem “mudar de vida”, o que significa mais do que simplesmente “mudar de emprego” ou de trabalho. Significa principalmente mudar para uma vida melhor.”

Qual seria então a atitude ideal para exercer a carreira no futuro? Mudando a profissão? Fazendo algo que agregue mais prazer? Segundo Brom tudo é possível, pois nada se dá ao acaso. ” É preciso planejar e se preparar. Estudar é o melhor caminho para se compreender a própria situação e as próprias potencialidades. Frequentar um curso de extensão ou pós-graduação? Por que não uma nova graduação, cujos novos conhecimentos vão se conectar aos conhecimentos acumulados em anos de trabalho? Não há idade para se frequentar escola: a associação entre escola e juventude é mais uma prisão mental que impede as pessoas de serem livres, de fazerem o que desejam fazer, em qualquer momento da vida.”

E você, já pensou na longevidade de sua carreira? Comece agora a planejá-la. Espero que tenha gostado da matéria.

Abraços,

Claudia Menezes.

 

Luiz Guilherme Brom é doutor em Ciências Sociais e diretor do Centro de Desenvolvimento Educacional- CDE.

Fonte: Revista Gestão e Negócios

Editora: Escala.

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